Cada flor é uma beleza que dá vida ao Planeta Azul

 

Por isso, apreciemos as flores, enquanto nos for possível.

 

Como todos temos visto, a Natureza está em Guerra!

Em redor do Planeta Azul estão-se travando diversas espécies de combates e em todos eles, durante as suas caminhadas de rotação e de translação, sob a égide do nosso amigo Apolo, o nosso "poleirinho" está envolvido, não deixando de sermos nós, seres humanos, os maiores responsáveis, quer directa quer indirectamente, por todo o seu sufoco.

 

Todos os dias queimamos milhões de toneladas de produtos energéticos não renováveis. Sob a forma de carvão, de petróleo, de gás natural e outras, expelimos para a atmosfera aquilo que mais tarde ou mais cedo virá a ser a nossa destruição como seres humanos. As grandes batalhas travam-se no planeta e em seu redor e vamos, certamente, sofrer as suas consequências, cada vez com maior intensidade, à medida que vamos sofrendo o aperto do nó górdio formado por um ciclo de matérias destruidoras, cada vez mais apertado, como o aperto muscular da poderosa gibóia sobre um corpo frágil.

 

 Os resíduos do nosso mundo são cada vez mais a força muscular dessa gibóia que nos aperta. Eles voltam para nós como bombas mortíferas sobre várias formas, às quais nos habituamos a chamar cataclismos. Temos os terríveis cataclismos provocados pelas forças da Narureza de várias formas com grandes destruições localizadas, como os terramotos, marmotos, tsunamis, tufões, monções, tempestades de vária ordem contra os quais pouco ou nada podemos fazer e temos os cataclismos provocados directa e indirectamente por nós, umas vezes sem o sabermos e outras porque não passamos de uma cambada de irresponsáveis à medida que temos conhecimento do nosso desleixo e nada fazemos para, pelo menos, o atenuarmos.

Eu sou um guarda-rios comum (alcedo atthis) e azul, tal como o Ventor gosta. Caminharei por aqui, neste Planeta Azul e, na companhia do Ventor, se nos deixarem

publicado por Ventor às 00:10