Há dias atrás, por terras dos arrabaldes de Santarém, um pouco mais a norte, cerca de 20 Kms, talvez, encontrei umas oliveiras de que muito gostaria de saber a idade. Esta por exemplo. Não, não são duas. É uma oliveira só!

 

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Oliveira, centenária, milenar?

 

Certamente que viu passar séculos por cima da sua existência! Esta é a mesma. É de facto um fenómeno da natureza. Não sei como, mas ela terá belas histórias para contar a todos que por ali passem!

 

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Parecem realmente duas oliveiras, mas é uma só. Foram duas pequenas hastes que desentrosaram há muito tempo atrás.

 

Outra oliveira. Mais um fenómeno da Natureza! Sei que quando o filho de D. Afonso Henriques, D. Sancho I, esteve cercado, pelos Mouros, em Santarém e os Dignitários de Compostela e de Castela enviaram tropas em seu auxílio, essas tropas passaram por ali. Para dar força aos que iam em socorro do príncipe de Portugal, estas oliveiras os animaram dizendo que já antes dos árabes elas por ali andavam!

 

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Oliveira enrolada no tempo dos tempos. É realmente um monumento!

 

A mesma oliveira de outra posição. Elas são de facto um fenómeno. São uma beleza que o tempo nos deixou. Eu sou capaz de ficar a olhá-las como se as tivesse visto nascer e crescer mas, eu não posso ter visto tudo como me diz o Quico e é natural que fique estupefacto ao encarar estas maravilhas.

 

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Outra posição da oliveira anterior.

Eu sou um guarda-rios comum (alcedo atthis) e azul, tal como o Ventor gosta. Caminharei por aqui, neste Planeta Azul e, na companhia do Ventor, se nos deixarem

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publicado por Ventor às 14:46