Não aquela que todos ouvimos falar e conhecemos, devido à praia, mas esta. Esta que eu descobri em 27 de Junho, algures num sítio a que chamam a Nascente do Alviela. Fui para ver as Nascentes do rio Alviela, mas não cheguei lá. Já era tarde e quando caminhamos com gente cansada, ou quase, temos de mudar de agulha. Mas eu não mudo de agulha com facilidade. Vi um conjunto de freixos e belas sombras e por debaixo dos freixos a água espelhada. Fui até lá e descobri esta bela fonte de água fresca.

 

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Uma nascente com água da terra, que mais parecia ser do céu

 

Uma sombra destas, num dia de calor, é um maná dos céus. Debaixo do nosso nariz, há belezas que nem sempre sabemos apreciar. O que é pena!

 

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Pormenor do rio Alviela

Eu sou um guarda-rios comum (alcedo atthis) e azul, tal como o Ventor gosta. Caminharei por aqui, neste Planeta Azul e, na companhia do Ventor, se nos deixarem

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publicado por Ventor às 21:50