Na Rota das Rolas Bravas

Olá! Somos as Rolas Bravas, amigas do Ventor
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Quem eu haveria de encontrar!
Somos companheiras do Ventor, neste Planeta Azul
águia-de-asa-redonda, amiga do VentorDSC07206a.jpg

Planeta Azul - Na Rota do Lince Ibérico

A beleza do Lince Ibérico. Foto tirada da Wikipédia atribuída ao "Programa de Conservación Ex-Situ del Lince Ibérico

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O Dia da Terra

22.04.16

Hoje é o dia da Terra mas, a Terra não devia ter só um dia. Todos os dias deviam ser dia da Terra. Quando digo Terra (sempre com T grande, notem bem), refiro-me ao nosso Planeta Azul. Aquela bola azulada que se vê do espaço, lá bem de longe, como a têm visto todos aqueles que fizeram a sua Grande Caminhada pelo grande Espaço, para além da nossa atmosfera. Portanto, pela Exosfera dentro.

 

Os nossos amigos do Chalanger, do Atlantis, de uma Soyus qualquer coisa, têm mostrado para todos nós, a beleza desta bola azul muito para além dos narizes que lhe apontavam. E ela, essa bola azul, como todos sabemos, é o nosso ninho.

Ei-la, a Bola Azul, o Planeta Terra a que eu e outros chamamos o Planeta Azul:

 

 

Não é lindo o nosso Planeta Azul? Pois, ... é azul!

 

Mas sempre que eu caminho num nicho do nosso Planeta Azul, por muito pequeno que seja, ele é lindo. Sempre que observo campos de flores ou os meus amigos penudos, e aquela belas e variegadas de cores, de uns e outros, só posso concluir que o nosso Planeta Azul é uma beleza. Ainda ontem e hoje, caminhei entre belas flores e belos penudos e continuo a concluir que, sem eles, nós não éramos nada. Nada! A cadeia dos seres vivos é um emaranhado de certezas. Eles são tudo, nós somos o complemento.

 

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Papoilas, belezas deste Planeta Azul

 

Todos nós, não somos nada, uns sem os outros. Afinal, nós somos o mundo! Mas, considerando que só o homem é racional, pelo menos até certo ponto, pois continuamos a sonhar que apenas nós fomos bafejado pelo Senhor da Esfera, para tentarmos caminhar em sua direcção, somos nós que, temos tramado tudo e temos de ser nós, o homem, a repor tudo o que o mesmo raciocínio nos mostra ter de ser feito.

 

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A terceira rola brava que observei este ano - ontem

 

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 Papoilas

 

Eu sou daqueles que andam aos saltos entre o que foi, o que poderá ter sido e o que gostaríamos que tivesse sido. Eu sou daqueles que pensa nas mensagens deixadas pelos sumérios e outros. Eu sou daqueles que pensam "porque não"? Porque não vieram os deuses de um lado qualquer? Porque não vieram os reis, de milénios atrás, do espaço? Porque não (dizem alguns dos sabidos), se foram escritos em metais ou rochas que não existem na terra? Porque temos de duvidar de tudo que nos dizem, se nos dizem que, realmente, pode ter sido? Porque não?

 

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Belezas Penudas deste Planeta AZul. Eles esvoaçaram de entre as ervas, onde se alimentavam, para as olaias, observando e gritando "avé Ventor"!

 

Mas não vamos pensar nisso, deixemos isso para os experts. Pensemos como devemos recuperar tudo o que está a ser perdido. A maioria dos animais e plantas, no nosso Planeta Azul, estão em plano inclinado - vias de extinção. Temos de fazer um trabalho titânico para recuperarmos muito do que estamos a perder. Então, se somos animais de raciocínio, raciocinemos! 

 

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 Papoilas, uma de cada cor - todos os dias recebo mensagens das belezas do nosso planeta Azul. Ou reais ou em sonhos

 

Vamos velar pelos nossos companheiros de caminhada, pelo nosso Planeta Azul e, velando por todos eles, velaremos por nós próprios. Até os escamurros dos Chineses e dos Americanos (born in USA), já chegaram a essa conclusão. Assinaram hoje, o acordo de Paris, sobre o Aquecimento Global. Mas será necessário fazer muito mais! Mesmo que comecemos lentamente, temos de acelerar ao máximo.

Vamos a isso.

 

 

 

Eu sou um guarda-rios comum (alcedo atthis) e azul, tal como o Ventor gosta. Caminharei por aqui, neste Planeta Azul e, na companhia do Ventor, se nos deixarem

publicado por Ventor às 23:26

1º Encontro com Rolas Bravas, em 2016

09.04.16

Ontem foi o nosso primeiro encontro de 2016.

Queria dar uma caminhada mas as possibilidades eram quase nenhumas. Desafiei a Dona do Pilantras e lá fomos. Sentamos-nos no carro e fomos fazer uma comprinha na Amadora. Depois tentei ir para onde conseguisse distender as pernas e andar nem que fossem 500 metros. Mas, atendendo a que isso não iria ser um bom trabalho, desviei-me para o Charco.

 

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Eu sabia que elas já deveriam andar por aí. Chegam sempre a tempo de encantar o Ventor

 

Cheguei, encostei e parei. Os meus amigos tomavam banho. Saíam uns, regressavam outros, sempre com o sentido na água, para beberem ou para se lavarem. São limpinhos, os meus amigos!

Pintassilgos iam, pintassilgos vinham. O mesmo se passava com todos os outros. Verdilhões, pintassilgos verdes, pardais, estorninhos e não faltava entre estes, o meu amigo Albino. Eu acho que, eles, já todos me conhecem.

 

A Dona do Pilantras, minha companheira de algumas das minhas caminhadas, via TV no Ipad e eu, sem nada mais para fazer, apontava a máquina para o Charco, o ponto de encontro, entre eu e os meus amigos.

 

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Elas também sabem que com o Ventor estão seguras, mas quero também que saibam que nem todos são como o Ventor

 

A tarde descia, o meu amigo Apolo caminhava rumo a oeste e começava a enfraquecer. De repente, vejo um alvo no silêncio. Uma rola brava, no seu voo silencioso, cortando o ar como uma flecha pousa junto ao Charco. Olha-me silenciosamente e volta a escrutinar tudo em volta. Depois, como quem não quer a coisa, dirige-se à água, fica de costas para mim e pergunta-me, olhando-me de soslaio: "estás aqui desde o ano passado, Ventor? Não imaginava que ficavas tão contente por nos voltares a ver"!

 

Mas fiquei. Fiquei e ela sabia-o! Descendo das alturas, mais uma flecha pousou ao lado dela. A voz daquele penudo, foi: "estava indeciso, Virgulina mas, quando me apercebi que era o Ventor, nem hesitei"!

 

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Caminhando ao lado destas belezas, imagino-me em Adrão, nos anos 50's e em Vila Cabral em 1969

 

Foi assim o nosso primeiro encontro, em 08.04.2016. Beberam, água num charquinho como muitos de outros que encontraram pelo caminho. Pousar, abastecer o papo de água e comer (o que se possa arranjar) e, eis que chegaram. Chegaram à sua terra de eleição para namorarem, juntarem as peninhas e terem os seus filhotes; tratarem deles e lançarem-nos na escola da vida, na luta pela sobrevivência e regressarem juntos, na mesma rota migratória, num vai-vem de um mundo onde só pedem muito do céu azul para fugir às tormentas. É assim a vida da rola brava, no nosso Planeta Azul.

Eu sou um guarda-rios comum (alcedo atthis) e azul, tal como o Ventor gosta. Caminharei por aqui, neste Planeta Azul e, na companhia do Ventor, se nos deixarem

publicado por Ventor às 15:12

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