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Planeta Azul

Mantenhamos a beleza do nosso Planeta Terra. Temos de o proteger

Planeta Azul

Mantenhamos a beleza do nosso Planeta Terra. Temos de o proteger

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Planeta Azul - Na Rota do Lince Ibérico

A beleza do Lince Ibérico. Foto tirada da Wikipédia atribuída ao "Programa de Conservación Ex-Situ del Lince Ibérico


Depois? Bem, depois ... vamos caminhando!


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Ventor entre as Flores

11.03.08

Saber como?


Ventor

Como manter uma cidade limpa?

É simples, mas ninguém liga!

No nosso país, não sei se é assim em todo o lado (nos outros!) mas, normalmente, por onde ando, nem sempre é assim!

Cá, temos uma miríade de pessoas a inventar leis para chatear o cidadão, mas não passa disso! Ninguém liga às leis, ás regras inventadas por uma espécie de "párias" desta nossa sociedade.

Pensam que fazer rasuras em papéis resolve algum problema! Tudo isso, pelos vistos, só serve para fazer papéis que ficam a apanhar mofo em prateleiras cheias de pó. Aquilo a que eu costumo chamar de Arquivos Bolorentos!

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As flores sorriem. Será difícil nós sorrirmos também?

Fazem-se leis, regras, mas não existem as forças controladoras das mesmas.

Ninguém liga a nada! Apenas, se ligam, é para não se chatearem!

Conheci, alguém, noutros tempos, que apenas dizia: "quero o meu! Pouco ou muito, quero o meu. Não estou para me chatear"!

Esta é a política real!

A política de todos aqueles que se estão, simplesmente, marimbando para a sociedade que integram.

Mais uma vez assisti a uma situação caricata. Vi um estroina de fato e gravata, receber um desses jornais publicitários que nem abriu.  Andou uns metros e, limitou-se a lançá-lo no chão e, pior ainda, junto de um dos caixotes que ali existia para arrecadar os papéis que não queremos!

Pois lá foi, aquele pindérico, com as abas do casaco a espanejar ao vento, enquanto o jornaleco se exibia esvoaçando pela rua fora.

Claro que escuso de vos dizer que me apeteceu aproximar-me dele, pegar-lhe a gravata com a esquerda, puxar-lhe o queixo bem para baixo e mandar-lhe uma joelhada que ele nunca mais esquecesse!

Mas o gajo seguiu o seu trajecto, sem, contudo, deixar de levar uma estucada nos seus ouvidos, assim: "achas bem, porco"?

Claro que, involuntariamente, insultei todos os porcos, aos quais peço imensa desculpa. Isto é apenas um nichinho da amostra da gente que temos!

Quantas vezes, os "porcos", agora com ofensa para eles, estão onde a gente não pensa?

Depois alguém me disse: "talvez ande à procura de emprego e ache que, com fato e gravata se desenvencilhe melhor!"!

Talvez, quem sabe? Isto está tão mau! Claro que nós nunca sabemos o que vai no íntimo de cada um, mas há coisas tão simples que não custa nada resolver em conformidade com o bem social, por muito chateado que estejamos.



Eu quero ser eterno companheiro do Ventor na nossa Grande Caminhada

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